O que devia saber a respeito da angústia pela saúde

É árduo adquirir uma imagem definitiva da agonia na saúde. Os detalhes a respeito do emprego de cuidados de saúde são organizados por diagnósticos e eventos, não na aflição. Como a agonia é frequentemente visão como um sintoma, toda a extensão como levou as pessoas ao sistema de saúde não é clara. Apesar desses problemas, a angústia continua sendo uma das principais causas do emprego da saúde. Neste local está o que você precisa saber. O que você poderá fazer pra conter o traço de angústia pela saúde?

Comum em mulheres

O grupo de especialistas em comum pela saúde da saúde está revisando a ciência clínica e básica da angústia nas mulheres. O artigo bem como destaca necessidades não atendidas e discute mecanismos de angústia exclusivos das mulheres. Especialistas de incontáveis campos contribuíram para o post. Dr. Sharon Allison-Ottey, médico de medicina interna, é presidente do Conselho Consultivo para Saúde da Mulher. Ela tem uma ampla experiência em trabalho e parto e gerenciamento da aflição. Ela estava especificamente interessada no foco da angústia pélvica, que geralmente é diagnosticada incorretamente.

Além do desconforto perimenopausa, as mulheres também sofrem de aflição pélvica e pubiana. A condição, às vezes chamada endometriose, causa menstruação dolorosa. 20% das mulheres relatam ter dores de cabeça graves. Novas causas das dores de cabeça das mulheres incluem flutuações nos níveis de estrogênio, certos remédios e até figura. Em casos raros, a endometriose poderá conduzir à infertilidade e subfertilidade. Porém, existem tratamentos eficazes pra endometriose e geração.

Comum em grupos de baixa renda

A aflição crônica é uma situação comum entre indivíduos de baixa renda e é cara pro governo e pro ser. A angústia crônica influencia por volta de 116 centenas de pessoas nos EUA, custando ao sistema de saúde de US $ 560 a US $ 635 bilhões por ano. As pessoas de baixa renda são frequentemente afetadas desproporcionalmente na aflição, e teu superior traço de dor intensa pode ser graças a fatores como baixa educação, pobreza e seguro do Medicaid. A angústia no insucesso pode resultar em resultados negativos, incluindo freqüência cardíaca elevada após cirurgia, acrescentamento de catecolaminas, comprometimento do sistema imunológico e redução da mobilidade.

Pra combater a dúvida da dor na saúde, os médicos necessitam apadrinhar abordagens de tratamento baseadas em evidências e usar a sensibilidade cultural para torná-los mais seguros. Eles assim como precisam construir estratégias pra lidar com as barreiras culturais aos cuidados, incluindo o uso de alavancagem cultural pra acertar as intervenções à cultura dos pacientes, recrutar participantes da comunidade com conhecimento do manejo da aflição e confiar mais em intervenções presenciais. Os autores recomendam chegar vieses culturais, revisando as políticas de reembolso para oferecer abordagens baseadas em evidências pro manejo da dor.

Comum em afro -americanos

As doenças cardíacas são desproporcionalmente comuns entre os afro -americanos. Circunstância uma escassez permanente de glóbulos vermelhos, e sua forma característica pode causar uma série de dificuldades. A doença das células falciformes, ou DF, podes resultar em síndrome do peito agudo, insuficiência cardíaca ou derrame. Bem que a doença possa ser curada com um transplante de células -tronco, existem riscos significativos para os pacientes, especialmente aqueles que são mais velhos. Pra evitar tais complicações, é essencial desenvolver um estilo de vida saudável.

Apesar de que existam várias diferenças entre afro-americanos e caucasianos em termos de genética, a arquitetura genética geral do declínio cognitivo relativo ao envelhecimento é aproximado. Novas variantes, como o gene ABCA7, foram descobertas por técnicas avançadas de sequenciamento. Essas variantes têm tamanhos de pequeno efeito e altas frequências, contudo ainda não foram provados exclusivos dos afro -americanos. Se os resultados forem confirmados, é possível que a doença seja mais comum em afro -americanos do que em caucasianos.

Comum em meninas

Uma amplo proporção de garotas experimenta episódios de aflição orgânicos recorrentes, geralmente em combinação com fatores psicossociais ou neuropáticos. Este padrão de dor pode suprimir a super -investigação da doença subjacente e o uso inadequado de opióides. Meninas com dor crônica têm QVRS significativamente mais baixa do que seus pares sem essas condições. As subescalas afetadas pela agonia incluem autopercepção, humor, liberdade e lugar escolar. Esse modelo de aflição também é mais prevalente em criancinhas do que piás.

Os locais mais comuns de aflição entre os pacientes no estudo foram participantes inferiores, abdominal e quadril. A agonia que influencia novas partes do corpo humano também era comum. Além de uma doença relacionada à dor, um paciente apresentou sensibilidade corporal total. A dor relacionada a doenças oncológicas foi relatada em 2 pacientes. Um paciente relatou angústia intermitente intratável e caracterizada por irritabilidade, sem localização identificável. Indico ler um pouco mais sobre o assunto por intermédio do web site Mais métodos. Trata-se de uma das melhores fontes sobre isto este tópico na web.

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